terça-feira, 27 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Foo Fighters protesta em frente a igreja batista nos Estados Unidos
Uma coisa é certa: Dave Grohl é o cara mais legal do showbizz. O cara que foi baterista de uma das maiores bandas do mundo, o Nirvana, se reinventou, montou sua própria banda e, com um rock clássico e descompromissado, recheia de bom humor sua música para sair por aí dizendo o que pensa.
Depois de criar um clipe polêmico e com teor homoerótico para divulgar sua turnê mundial, os Foo Fighters sofreram ameaça de protestos por parte da Igreja Batista de Westboro, que acusa a indústria da música e do entretenimento de “contrariar os mandamentos de Deus”. Antes de sofrer qualquer protesto, a banda resolveu fazer ela mesma um protesto em prol da liberdade de expressão e tolerância. Confira o vídeo abaixo.
Pode ser que cantar uma música e fazer algumas pessoas rirem não vá mudar o mundo, muito menos a cabeça de fanáticos religiosos, mas Dave Grohl e o Foo Fighters seguem tentando.
por Marton Santos(páprica")
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Loira gostosa ensina homens sobre prevenção ao câncer
Nada melhor do que mulher para chamar atenção de um homes para um anúncio. Mas e se o anúncio for uma campanha de prevenção ao câncer nos testículos ou algo assim? Oras, coloque uma loira gostosa tocando as bolas.
sábado, 17 de setembro de 2011
Pearl Jam fará show extra em São Paulo
A turnê é parte da celebração feita durante todo o ano de 2011 para comemorar os 20 anos de história da banda. O show extra paulista complementa o calendário anteriormente divulgado: 04/11, São Paulo; 06/11, no Rio de Janeiro, Apoteose; 09/11, em Curitiba, no Estádio do Paraná Clube, e 11/11, em Porto Alegre, no Estádio do Zequinha. Ainda há ingressos para todos os setores em Porto Alegre e Curitiba.
fonte: Musicomio
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Culinária exótica na televisão
Desde o péssimo longa-metragem “A Origem do Mal” em 2007, o canibal mais famoso da cultura pop se manteve longe das câmeras. Mas o estúdio francês Guamont vai impedir que sua crueldade calculista caia no esquecimento.
O escritor Bryan Fuller usará sua experiência com o simpático “Pushing Daisies” para roteirizar o seriado, que pretende mostrar os primeiros crimes de Hannibal enquanto ele é perseguido pelo agente Will Graham. Só vamos torcer para que ele deixe a comédia de lado desta vez.
Todos os outros detalhes permanecem nas sombras até agora, mas parece que “American Horror Story” acaba de ganhar um concorrente de peso.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Blind Guardian em São Paulo
Já tinham se passado longos quatro anos desde a última vez, e assim que os bardos alemães do Blind Guardian subiram ao palco da casa de shows paulistana Via Funchal nesta sexta-feira (9 de Setembro), a platéia ávida pela sonoridade épica de Hansi Kürsch e sua trupe deixou claro o quão longo foi este tempo e quanta falta eles tinham feito. Pelo outro lado, a banda – atualmente na turnê de divulgação do recente disco de estúdio “At The Edge of Time” – não se fez de rogada e entregou uma performance verdadeiramente apaixonada, com fúria e carisma suficientes para deixar a apresentação de 2007 efetivamente no passado. Ficou mais do que claro porque o Blind Guardian ainda é, afinal de contas, uma das bandas de heavy metal mais queridas do público brasileiro.
A abertura, iniciada por volta das 20h30, ficou por conta da banda Brotherhood. Formado a partir da dissolução do Savior, este quinteto de Franca (SP) apresentou um set-list formado apenas por composições próprias (como “Dreamland”, “Sorrow”, “Nevermore” e “Death Note”) , em sua maior parte egressas do álbum de estréia “Where The Gods Collide”. A decisão corajosa de não incluir sequer um único cover para ajudar a esquentar um pouco mais o público presente soou arriscada a princípio, mas de fato funcionou – afinal, a sonoridade do grupo é nitidamente influenciada pelo próprio Blind Guardian, em especial aquele dos primeiros discos. O próprio vocalista, William Pardo, uma espécie de Jack Black brazuca, chegava a lembrar seu ídolo que estaria dentro de poucos instantes atuando como atração principal. Um show curto e eficiente, mas trazido por uma banda que ainda carece de um pouco mais de inspiração, criatividade e personalidade em seu som.
Pontualmente às 22h, como caberia a uma boa banda germânica, as luzes do Via Funchal (nitidamente uma opção muito mais acertada do o Centro de Tradições Nordestinas anunciado inicialmente, aliás) se apagaram e começou a introdução orquestrada de “Sacred World”, faixa inicial de “At The Edge of Time”. Dada a empolgada gritaria dos presentes, mal pôde ser possível ouvir quando Hansi começou a letra da canção – que, logo depois, passou a ser repetida quase em uníssono pelos quase 6.000 presentes. Embora alguns fanáticos tenham sentido falta da clássica introdução de “War of Wrath”, do disco “Nightfall in Middle-Earth”, ficou evidente que “Sacred World” nasceu para ser a abertura de um show do Blind Guardian. Na seqüência, um Hansi de cabelos curtos, visivelmente mais magro e com um largo sorriso saudou seu público e já emendou uma paulada das antigas, a poderosa “Welcome to Dying”.
Cabe aqui um adendo especial para quem acusa o frontmen do Blind Guardian de ser, digamos, muito “paradão” ao vivo, com pouca presença de palco. Naquela sexta-feira, em pleno Via Funchal, o sujeito parecia possuído pelo capeta. Fazia caras e bocas, uma série de olhares demoníacos, provocava o mar de cabeludos erguendo os braços e correndo de um lado para o outro. E, esbanjando altas doses de simpatia, ia introduzindo aos poucos a inspiração por trás de cada canção a ser apresentada, considerando que o Blind Guardian bebe diretamente em clássicos da literatura fantástica e medieval. Sobre “Nightfall” e “Time Stands Still (at the Iron Hill)”, estava mais do que realizado ao entrar nos bastidores da Terra-Média. E ao introduzir a nova “Tanelorn (Into the Void)”, que cantou a plenos pulmões (como ainda canta, por Odin!), deixou claro que se tratava da história de Elric, seu personagem favorito do chamado Multiverso do autor Michael Moorcock.
Se novidades como “Tanelorn” se provaram extremamente funcionais ao vivo – afinal, não à toa “At The Edge of Time” é considerado o melhor disco do grupo desde “Nightfall in Middle-Earth” – nenhuma alma viva que pagou ingresso para aquela noite gostaria de sair sem ser brindada com os clássicos. E eles foram entregues em profusão. A sempre presente “Bright Eyes” (do disco “Imaginations from the Other Side”) não poderia faltar, assim como “Valhalla” e o emocionante momento no qual a canção acaba e os espectadores continuam cantando o refrão sem parar, para deleite dos músicos. Executada em formato semi-acústico, a bela “Lord of the Rings” arrancou lágrimas de muito marmanjo barbado (eu incluído, admito) – enquanto “Traveler In Time” emulou a brincadeira de múltiplos “ôôôôôs” entoados no início da música, exatamente como no lendário disco ao vivo “Tokyo Tales”. E quando tudo parecia se encaminhar para a música final da primeira parte, um coral de milhares de vozes estragou os planos da banda ao solicitar insistentemente por “Majesty”. Pedido feito, pedido acatado. E com maestria. Para encerrar, antes do bis, eis que surge a imensa “And Then There Was Silence”, com seus mais de 14 minutos, em uma performance alucinante do baterista Frederik Ehmke, desembocando na festiva e interminável sucessões de “lá-lá-lá-lá” que botou a galera para pular e cantar junto.
Sem muita frescura e sem tanta espera pelo que todo mundo já sabia que aconteceria, veio o bis, começando pela igualmente épica “Wheel of Time”. A seqüência de faixas finais era óbvia, mas inevitável. Entram os violões acústicos, os celulares se acendem e Hansi deixa a platéia cantar praticamente sozinha, em um espetáculo lindo que só “The Bard’s Song – In the Forest”, maior clássico do grupo, propiciaria. Hansi e os parceiros guitarristas André Olbrich e Marcus Siepen, coração do Blind Guardian, pareciam satisfeitos até dizer chega. Para encerrar as duas horas da vigorosa viagem ao universo do bardos, nada melhor do que um convite ao bate-cabeça com “Mirror Mirror”, encerramento obrigatório para um show do Blind Guardian que se preze.
Hansi, não foi uma noite legal, memorável até? Todos concordamos que sim. Então, por favor, não me vá demorar mais quatro anos para retornar. A gente não vai agüentar esperar tudo isso.
A abertura, iniciada por volta das 20h30, ficou por conta da banda Brotherhood. Formado a partir da dissolução do Savior, este quinteto de Franca (SP) apresentou um set-list formado apenas por composições próprias (como “Dreamland”, “Sorrow”, “Nevermore” e “Death Note”) , em sua maior parte egressas do álbum de estréia “Where The Gods Collide”. A decisão corajosa de não incluir sequer um único cover para ajudar a esquentar um pouco mais o público presente soou arriscada a princípio, mas de fato funcionou – afinal, a sonoridade do grupo é nitidamente influenciada pelo próprio Blind Guardian, em especial aquele dos primeiros discos. O próprio vocalista, William Pardo, uma espécie de Jack Black brazuca, chegava a lembrar seu ídolo que estaria dentro de poucos instantes atuando como atração principal. Um show curto e eficiente, mas trazido por uma banda que ainda carece de um pouco mais de inspiração, criatividade e personalidade em seu som.
Pontualmente às 22h, como caberia a uma boa banda germânica, as luzes do Via Funchal (nitidamente uma opção muito mais acertada do o Centro de Tradições Nordestinas anunciado inicialmente, aliás) se apagaram e começou a introdução orquestrada de “Sacred World”, faixa inicial de “At The Edge of Time”. Dada a empolgada gritaria dos presentes, mal pôde ser possível ouvir quando Hansi começou a letra da canção – que, logo depois, passou a ser repetida quase em uníssono pelos quase 6.000 presentes. Embora alguns fanáticos tenham sentido falta da clássica introdução de “War of Wrath”, do disco “Nightfall in Middle-Earth”, ficou evidente que “Sacred World” nasceu para ser a abertura de um show do Blind Guardian. Na seqüência, um Hansi de cabelos curtos, visivelmente mais magro e com um largo sorriso saudou seu público e já emendou uma paulada das antigas, a poderosa “Welcome to Dying”.
Cabe aqui um adendo especial para quem acusa o frontmen do Blind Guardian de ser, digamos, muito “paradão” ao vivo, com pouca presença de palco. Naquela sexta-feira, em pleno Via Funchal, o sujeito parecia possuído pelo capeta. Fazia caras e bocas, uma série de olhares demoníacos, provocava o mar de cabeludos erguendo os braços e correndo de um lado para o outro. E, esbanjando altas doses de simpatia, ia introduzindo aos poucos a inspiração por trás de cada canção a ser apresentada, considerando que o Blind Guardian bebe diretamente em clássicos da literatura fantástica e medieval. Sobre “Nightfall” e “Time Stands Still (at the Iron Hill)”, estava mais do que realizado ao entrar nos bastidores da Terra-Média. E ao introduzir a nova “Tanelorn (Into the Void)”, que cantou a plenos pulmões (como ainda canta, por Odin!), deixou claro que se tratava da história de Elric, seu personagem favorito do chamado Multiverso do autor Michael Moorcock.
Se novidades como “Tanelorn” se provaram extremamente funcionais ao vivo – afinal, não à toa “At The Edge of Time” é considerado o melhor disco do grupo desde “Nightfall in Middle-Earth” – nenhuma alma viva que pagou ingresso para aquela noite gostaria de sair sem ser brindada com os clássicos. E eles foram entregues em profusão. A sempre presente “Bright Eyes” (do disco “Imaginations from the Other Side”) não poderia faltar, assim como “Valhalla” e o emocionante momento no qual a canção acaba e os espectadores continuam cantando o refrão sem parar, para deleite dos músicos. Executada em formato semi-acústico, a bela “Lord of the Rings” arrancou lágrimas de muito marmanjo barbado (eu incluído, admito) – enquanto “Traveler In Time” emulou a brincadeira de múltiplos “ôôôôôs” entoados no início da música, exatamente como no lendário disco ao vivo “Tokyo Tales”. E quando tudo parecia se encaminhar para a música final da primeira parte, um coral de milhares de vozes estragou os planos da banda ao solicitar insistentemente por “Majesty”. Pedido feito, pedido acatado. E com maestria. Para encerrar, antes do bis, eis que surge a imensa “And Then There Was Silence”, com seus mais de 14 minutos, em uma performance alucinante do baterista Frederik Ehmke, desembocando na festiva e interminável sucessões de “lá-lá-lá-lá” que botou a galera para pular e cantar junto.
Sem muita frescura e sem tanta espera pelo que todo mundo já sabia que aconteceria, veio o bis, começando pela igualmente épica “Wheel of Time”. A seqüência de faixas finais era óbvia, mas inevitável. Entram os violões acústicos, os celulares se acendem e Hansi deixa a platéia cantar praticamente sozinha, em um espetáculo lindo que só “The Bard’s Song – In the Forest”, maior clássico do grupo, propiciaria. Hansi e os parceiros guitarristas André Olbrich e Marcus Siepen, coração do Blind Guardian, pareciam satisfeitos até dizer chega. Para encerrar as duas horas da vigorosa viagem ao universo do bardos, nada melhor do que um convite ao bate-cabeça com “Mirror Mirror”, encerramento obrigatório para um show do Blind Guardian que se preze.
Hansi, não foi uma noite legal, memorável até? Todos concordamos que sim. Então, por favor, não me vá demorar mais quatro anos para retornar. A gente não vai agüentar esperar tudo isso.
Set-list
1. Sacred Worlds 2. Welcome to Dying 3. Nightfall 4. Fly 5. Time Stands Still (at the Iron Hill) 6. Bright Eyes 7. Traveler In Time 8. Tanelorn (Into the Void) 9. Lord of the Rings 10. Valhalla 11. Majesty 12. And Then There Was Silence- BIS 13. Wheel of Time 14. The Bard’s Song – In the Forest 15. Mirror Mirror
- fonte: Judão
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Novidades no elenco de Os Mercenários 2
Os Mercenários 2 é, realmente, um filme que atrai muitas especulações. Agora, a novidade que surge é: Bruce Willis (Duro de Matar 5) e Arnold Schwarzenegger (O Exterminador do Futuro), que atuaram em pequenas pontas no primeiro filme, terão papéis de maior destaque no segundo longa-metragem. As filmagens iniciarão em breve.
Outra fonte, que também surge como especulativa, aponta que Jean-Claude Van Damme (Kung Fu Panda 2), o lendário Chuck Norris (Braddock - Super Comando) e Scott Adkins (O Ultimato Bourne) se uniram ao elenco nessa continuação. E isso parece ter vazado de dentro da produção.
Ainda não há data prevista para o lançamento oficial.
Ateus: confira 12 celebridades que, não acreditam em Deus!
Ateu: Aquele que não acredita em qualquer ser supremo, divindade ou entidade sobrenatural. Confira abaixo 12 celebridades que não acreditam em Deus.
12- Nando Reis
O cantor afirmou que perdeu a fé quando dois irmãos tiveram sequelas de uma meningite: um perdeu a audição e outra teve paralisia cerebral. "Eu não acredito em Deus. Eu não peço a Deus...”, disse o músico, em entrevista à Playboy.
11- Daniel Radcliffe
Quando tinha 19 anos, o protagonista de "Harry Potter" declarou à revista Esquire não acreditar em Deus. "Sou ateu, mas sou muito tranquilo quanto a isso. Eu não prego meu ateísmo", revelou. Em seguida, brincou: "Agora, metade dos Estados Unidos não vai ver o próximo 'Harry Potter'".
10- Brad Pitt
Em uma entrevista ao site "Bild.com", o ator se declarou 20% ateu e 80% agnóstico. "Não, não, não (acredito em uma força superior). Ninguém sabe ao certo. Você vai descobrir quando morrer ou não. Até lá, é inútil pensar sobre isso", argumentou. Sua esposa, Angelina Jolie, disse ao site "A.V. Club" que "não há a necessidade", para ela, de acreditar em Deus.
9- Zac Efron
Até o astro de High School Musica surpreendeu o mundo ao declarar sua ausência de crenças. "Fui criado em uma família agnóstica, então nós nunca praticamos religiões, mas meus pais eram muito severos", disse à revista Rolling Stone, em 2007.
8- Caetano Veloso
O compositor escreveu no livro "Verdade Tropical" que o Brasil deveria ser ateu. Em entrevista à "Ípsilon", falou sobre a polêmica. "(Fui) criticado com razão. Não há o menor indício de que o Brasil tenha vocação para isso. Mas o ateísmo filosófico moderno, que tem a ver com a experiência do mundo moderno que vivemos, não pode ser simplesmente negado", defendeu.
7- Chico Buarque
O músico é avesso a entrevistas e a levantar bandeiras, mas se diz ateu. "Eu não tenho crença. Eu fui criado na Igreja Católica, fui educado em colégio de padre. Eu simplesmente perdi a fé. Mas não faço disso uma bandeira. Eu sou ateu, como o meu tipo sanguíneo é esse", disse em entrevista à revista "Brazuca".
6- Lima Duarte
Lima Duarte é ateu declarado, mas discordou da implicância do autor português José Saramago (morto em 2010) com Deus. "Sou ateu como o Saramago, mas eu não preciso ficar amando Deus pelo avesso como ele fica", disse à Folha de S.Paulo, sobre o livro "Caim".
5- Woody Allen
De ascendência judia, o cineasta manifesta frequentemente sua dúvida em relação à existência de Deus. Uma de suas frases famosas, presente no filme autobiográfico "Stardust Memories", é: "Para você, eu sou um ateu. Para Deus, eu sou a oposição leal".
4- Ian McKellan
O ator chegou a dizer, em uma coletiva de imprensa, enquanto promovia o filme "Código Da Vinci", que a Bíblia deveria ter um aviso na capa, dizendo: 'isso é ficção', uma vez que acha um absurdo a passagem em que Jesus anda em cima da água. O intérprete de Gandalf, na trilogia "Senhor dos Anéis", se declara ateu.
3- Jodie Foster
A atriz Jodie Foster diz que celebra o Natal com os filhos, mas que não acredita em uma força superior. "Eu amo religiões e rituais, apesar de não acreditar em Deus", disse ao "Entertainment Weekly".
2- Deborah Evelyn
Deborah, que esteve na novela "Insensato Coração" como a personagem Eunice, também não acredita em Deus. "Fé é uma coisa que ou você tem ou não tem. E eu nasci sem fé”, disse em 2011 ao "Diário de São Paulo".
1- John Malkovich
O ator se considera ateu. Apesar de não falar muito sobre o assunto, certa vez, disse: "Eu acredito em pessoas, acredito em seres humanos, eu acredito em um carro, mas não consigo acreditar em algo sobre o qual não tenho absolutamente nenhuma evidência há milênios".
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